Por muitos anos as "big techs" ignoraram o clamor dos banqueiros de Wall Street para que promovessem um "split" de suas ações. Com uma base acionária dominada por investidores institucionais, os diretores destas gigantes não viam sentido em perder tempo com algo tão irrelevante.

Roubei a expressão acima da newsletter "Quoth The Raven" publicada no ZeroHedge. Nela, o autor faz duras críticas a política monetária vigente nos EUA que tem como objetivo a ideia de que é possível gerar um bem estar para todos, a todo o tempo. Um objetivo certamente utópico.

Em confrontos entre regimes democráticos (ocidente) e ditatoriais (Rússia/China), um problema é que o lado democrático tem a necessidade política de comemorar cada vitória.

Será que todos os problemas geopolíticos em torno da Ucrânia é uma "cortina de fumaça" para Biden? Esse é um questionamento essencial, já que o principal problema dos EUA, agora, é a inflação. E isso ocorre justamente em um período em que Biden está cada vez mais fraco.

Pensando estritamente do ponto de vista econômico, é possível contemplar que a decisão dos EUA e aliados de congelar as reservas internacionais da Rússia seja uma forte candidata a ser considerada no futuro como um dos eventos mais significativos desta década que está em curso.

Acima, temos um gráfico preparado pela FactSet ilustrando a relação (Preço)/(Lucro projetado (12 meses)) das empresas que compõem o índice S&P 500. O consenso de mercado aponta para uma expectativa de lucro consolidado de 225 dólares para o ano de 2022. Os estrategistas da DataTrek -- uma outra fonte informação que inspira estes comentários --...

Em se tratando de inflação, pouco se fala em "momentum"! A inflação tem um efeito nefasto na distribuição de renda, prejudicando ainda mais a camada mais pobre da população. E, justamente agora, a velha inflação mostra sua face em quase todos os cantos do planeta. Há três fenômenos que podem fazer com que a inflação global se mantenha em...